Sobre o Grupo CCR: Fundado em 1999, o Grupo CCR é uma das maiores companhias de concessão de infraestrutura da América Latina. Controla, atualmente, 3.265,2 quilômetros de rodovias sob a gestão das concessionárias CCR NovaDutra (SP-RJ), CCR ViaLagos (RJ), CCR RodoNorte (PR), CCR AutoBAn (SP), CCR ViaOeste (SP), CCR Rodoanel Oeste (SP), Renovias (SP), CCR SPVias (SP) e CCR MSVia (MS). Também faz parte do controle acionário da concessionária ViaRio, responsável pela construção e operação do Corredor Expresso Transolímpica, no Rio de Janeiro. O Grupo CCR atua ainda em negócios correlatos, tendo participação de 34,24% na STP, que opera o serviço de cobrança automática de pedágios e estacionamentos. Além disso, o Grupo CCR está presente no segmento de transporte de passageiros por meio das concessionárias ViaQuatro, CCR Barcas e CCR Metrô Bahia, responsáveis, respectivamente, pela operação da Linha 4-Amarela do metrô de São Paulo, pelo transporte aquaviário de passageiros no Rio de Janeiro e pelo sistema metroviário de Salvador e Lauro de Freitas, além de ter participação na concessão do VLT Carioca (Veículo Leve sobre Trilhos), que interligará a região portuária e o centro do Rio de Janeiro. O grupo ingressou, em 2012, no setor aeroportuário, com a aquisição de participação acionária nas concessionárias dos aeroportos internacionais de Quito (Equador), San José (Costa Rica) e Curaçao. No Brasil, possui a concessionária BH Airport responsável pela gestão do Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Minas Gerais. Comprometida com o desenvolvimento sustentável, a CCR assinou o Pacto Global da ONU e faz parte da carteira teórica do ISE - Índice de Sustentabilidade Empresarial da BM&FBovespa. Em 2013, o Grupo CCR conquistou o reconhecimento na categoria infraestrutura do Guia Exame de Sustentabilidade. Emprega, atualmente, cerca de 12 mil colaboradores.

Sobre a CPC: A Companhia de Participações em Concessões (CPC) é uma das empresas do Grupo CCR, e tem por objetivo avaliar as oportunidades de novos negócios, atuando tanto no mercado primário, em processos de licitação, quanto no mercado secundário, sendo responsável pela administração direta de eventuais novos negócios.A CPC detém, desde 2008, a participação de 40% da Renovias, concessionária de rodovias do Estado de São Paulo e, desde 2009. Em outubro de 2010, a CPC passou a controlar 100% da CCR SPVias, concessionária de rodovias do Estado de São Paulo e, em 2012, assumiu 80% do capital social da concessionária CCR Barcas, a quarta maior operadora de transporte aquaviário do mundo. A CPC também possui 50,0% da Quiport, operadora do Aeroporto Internacional de Quito, no Equador, 48,75% da Aeris Holding Costa Rica S.A., operadora do Aeroporto de San José (Juan Santamaría), na Costa Rica, e 79,8% de participação na Curaçao Airport Investments, concessionária do aeroporto de Curaçao.

Sobre a CCR: A CCR é a holding do Grupo CCR, tendo sido a pioneira no ingresso no Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo, o segmento mais rígido do mercado acionário brasileiro. De suas ações, todas ordinárias e com direito a voto, 48,8% são negociadas no Novo Mercado da Bovespa. A CCR integra o IBOVESPA e os índices ISE, ICO2, IGC, IBrX-50, IBrX-100 e MSCI Latin America.

A tabela seguinte contém informações resumidas relativas às concessões rodoviárias:

Concessão Extensão (Km) Veículos Equivalentes em 2015 (1) Data de Término do Contrato de Concessão Participação
NovaDutra - Concessionária da Rodovia Presidente Dutra S.A. - BR-116, ligando Rio de Janeiro e São Paulo 402,0 137.015.114 Fevereiro de 2021 100%
AutoBAn - Concessionária do Sistema Anhangüera Bandeirantes S.A. - três rodovias ligando São Paulo, Campinas e Limeira 319,8 275.352.842 Dezembro de 2026 100%
RodoNorte - Concessionária de Rodovias Integradas S.A., ou RodoNorte - quatro rodovias ligando Curitiba, Apucarana, Ponta Grossa e Jaguariaíva 567,8(2) 86.303.321 Novembro de 2021 86%
ViaLagos - Concessionária da Rodovia dos Lagos S.A. - três rodovias atendendo a Região dos Lagos do Estado do Rio de Janeiro 57 8.123.901 Janeiro de 2037 100%
ViaOeste - Concessionária do sistema rodoviário Castello Branco-Raposo Tavares, localizado no Estado de São Paulo 169,3 126.974.802 Dezembro de 2022 100%
Rodoanel Mário Covas -Administração do Trecho Oeste 29,3 139.040.588 Junho de 2038 98,9%
Renovias - Concessionária do Sistema Renovias Concessionária S/A - rodovia ligando Campinas ao sul de Minas Gerais 345,7 22.829.067 (3) Junho de 2022 40%
SPVias - Concessionária de Rodovias Integradas do Oeste S.A. - seis rodovias ligando na região de Sorocaba, Tatuí, Avaré e Itapeva 516 66.528.229 Setembro de 2027 100%
ViaRio - Concessionária da Ligação ViaRio 13 - Abril de 2047 33,33%
MSVia - Concessionária de Rodovia Sul-Matogrossense S.A. 845,4 14.631.368 (4) Abril de 2044 100%

A tabela seguinte contém informações resumidas relativas às concessões de mobilidade urbana:

Concessão Extensão (Km) Passageiros em 2015 Data de Término do Contrato de Concessão Participação
ViaQuatro - Linha 4 do metrô de São Paulo 12,8 177.591.976 Abril de 2040 60%
Barcas S.A. - Transportes Marítimos - 26.972.064 Fevereiro de 2023 80%
VLT 28 - Setembro de 2038 24,88%
Metrô de Salvador e Lauro de Freitas 33,4 - Outubro de 2043 100%

A tabela seguinte contém informações resumidas relativas às concessões aeroportuárias:

Concessão Data de Término do Contrato de Concessão Participação
Quito - Aeroporto Internacional de Quito, Equador Janeiro de 2041 50%
San José - Aeroporto Internacional de San José, Costa Rica Maio de 2026 48,8%
Curaçao - Aeroporto Internacional de Curaçao, Curaçao Agosto de 2033 79,8%
BH Airport Abril de 2044 38,25%
TAS - 70%

Detemos 100% do capital social de cada uma de nossas concessionárias, exceto da RodoNorte, de cujo capital somos titulares de 85,92% das ações e os acionistas locais, de 14,08%; da ViaQuatro, na qual a CCR detém participação acionária de 60% do capital social juntamente com Montgomery Participações S.A.(30%) e Mitsui & Co. Ltd.(10%); do RodoAnel, de cujo capital somos titulares de 98,9% das ações e a Encalso Construções de 1,1%; da Renovias, de cujo capital detemos 40% das ações e a Encalso Construções de 60%; da ViaRio, da qual somos detentores de 33,33% do capital social, a Invepar de 33,34% e a Odebrecht TransPort Participações de 33,33% ; do VLT Carioca, que é formado pela CIIS S.A., controlada da CCR (24,88%), Investimentos e Participações em Infraestrutura S.A. - Invepar (24,88%) e Odebrecht TransPort S.A. (24,88%), RIOPAR Participações S.A. (24,88%), Benito Roggio Transporte S.A. (0,25%) e RATP do Brasil Operações, Participações e Prestações de Serviços para Transporte Ltda. (0,25%); da Barcas, de cujo capital social detemos 80% das ações representativas e 20% composto pelas empresas JCA Holding Participações, Barcas Around the Pier Administração e Participações e Auto Viação 1001 e Rodomar Participações; Quito, de cujo capital social somos titulares de 50,0%; San José, de cujo capital social detemos 48,75%; Curaçao, de cujo capital detemos 79,8% do capital social; e TAS, de cujo capital social detemos 70,0%.

(1) Veículos equivalentes é a medida calculada adicionando aos veículos leves, os veículos pesados (comerciais como caminhões e ônibus multiplicados pelos respectivos números de eixos cobrados. Um veículo leve equivale a um eixo de veículo pesado).

(2) A extensão apresentada contempla os 80,28 quilômetros de rodovias ofertadas.

(3) A quantidade de veículos equivalentes da concessionária Renovias refere-se à participação de 40% por meio da controlada CPC - Companhia de Participações em Concessões na concessionária.

(4) Considera-se tráfego de 14 de setembro a 31 de dezembro de 2015.

Resultados das Operações

Quase a totalidade de receita da companhia advém da cobrança de pedágios nas rodovias em que opera. Em 2014, 82,8% da receita total adveio da tarifa de pedágio, 1,6% de receitas acessórias e 15,6% de outras receitas (ViaQuatro, Barcas, STP, Aeroportos, SAMM, Metrô Salvador e Controlar).

O Grupo CCR opera o pedágio manualmente e por meio de identificação automática, utilizando um sistema eletrônico de pagamento implantado nas rodovias administradas pela companhia. Os principais fatores que influenciam a receita operacional bruta são os números de veículos pedagiados que utilizam as rodovias concedidas e as tarifas, que são reajustadas pela inflação de acordo com índices gerais e do setor de construção.

O tráfego nas rodovias em que o Grupo CCR opera foi de 1077,3 milhões em 2014, comparado a 1050,6 milhões de veículos equivalentes em 2013, 990,4 milhões de veículos equivalentes em 2012 e a 962,4 milhões de veículos equivalentes em 2011.

A receita operacional bruta aumentou de R$ 5.043 milhões em 2011, R$ 5.698 milhões em 2012, R$ 6.554 milhões em 2013 e R$7.065 milhões em 2014. O EBITDA aumentou de R$ 2.933,8 milhões em 2011, R$ 3.271,8 milhões em 2012, R$ 3.837,8 milhões em 2013 e R$4.142,5 milhões em 2014.

A grande parte dos investimentos realizados pelas concessionárias ocorreu nos primeiros cinco anos de operação das concessões, durante os quais elas têm de efetuar a maior parte das melhorias nas rodovias que operam. A maioria das concessões do Grupo CCR tem mais de cinco anos e a maior parte dos investimentos em tais concessões já foi realizada.

Os contratos de concessão são o meio pelo qual os poderes concedentes federal e estaduais delegaram ao Grupo CCR a função de operar as rodovias e o direito de cobrar pedágios correspondentes. Os termos e condições relevantes das concessões estão estabelecidos nos contratos de concessão, incluindo-se o reajuste das tarifas, prazo e extinção da concessão, e outros direitos e obrigações. No fim da concessão, os bens que constituem grande parte dos ativos utilizados nas operações reverterão ao poder concedente.

Em alguns casos, como a AutoBAn, ViaOeste e Renovias, o Grupo CCR paga uma contrapartida pela outorga da concessão, uma vez que ela foi outorgada àquele que ofereceu o maior valor. Por outro lado, as concessões da NovaDutra, Ponte, RodoAnel e MSVia foram outorgadas à parte que ofereceu a cobrança da menor tarifa de pedágio, e, no caso da RodoNorte, a concessão coube àquele que ofereceu manter e conservar o maior trecho de rodovias adicionais.

As Concessões

O Grupo CCR opera dez concessões de rodovias, por meio de cada uma de suas concessionárias, cujos prazos variam de 2015 a 2047. Em cada concessão, o Grupo CCR é responsável pela restauração, reconstrução, modernização, monitoramento, melhoria, manutenção, conservação e operação das rodovias correspondentes. Ainda, o Grupo CCR é operador da concessão da linha amarela do metrô de São Paulo, da concessão das Barcas e do VLT no Rio de Janeiro, metrô de Salvador e das concessões dos aeroportos de Quito, no Equador, San José, na Costa Rica, Curaçao, em Curaçao e BH Airport, responsável pela gestão do Aeroporto Internacional de Belo Horizonte.

Nova Dutra

A concessão da Rodovia Presidente Dutra, ou Via Dutra, foi outorgada em 1995. A concessão representou 16,6% da receita operacional bruta em 2014. A rodovia cobre o trecho de 402,0 quilômetros da Via Dutra (BR-116).

A Via Dutra é considerada o principal corredor entre as duas mais importantes áreas metropolitanas do Brasil. Ela também liga grandes centros industriais nos Estados do Rio de Janeiro (Resende, Volta Redonda e Barra Mansa) e São Paulo (São José dos Campos, Taubaté e Jacareí). A rodovia também passa por regiões agrícolas e por uma área montanhosa conhecida como a Serra das Araras. A Via Dutra é uma rodovia interestadual com trechos urbanos, sendo dividida de forma convencional com duas faixas em cada sentido e com acostamentos não pavimentados. Em alguns trechos, o acostamento foi convertido numa terceira faixa para caminhões lentos ou como faixa de aceleração ou desaceleração. Nas áreas metropolitanas de São Paulo e do Rio de Janeiro, há rotas paralelas à via expressa principal para o tráfego urbano mais lento.

A Via Dutra contém seis praças de pedágio, quatro estações de pesagem, dois centros de controle operacional e onze bases de atendimento ao usuário. O prazo da concessão é de 25 anos, até fevereiro de 2021, de acordo com a outorga do governo federal, então representado pelo DNER, atual ANTT.

AutoBAn

A concessão do sistema Anhangüera-Bandeirantes foi outorgada em 1998, tendo sido responsável por 27,9% da receita operacional bruta em 2014. Em termos de receita, a rodovia é a maior dentre as concedidas no Estado de São Paulo e no Brasil.

O sistema é composto pelas rodovias Anhangüera, Bandeirantes e Dom Gabriel Paulino Bueno e Couto, e cobre atualmente um trecho de 316,8 quilômetros. A rodovia Dom Gabriel Paulino Bueno e Couto liga as rodovias Anhangüera e Bandeirantes na região de Jundiaí. O sistema Anhangüera-Bandeirantes localiza-se em uma das regiões mais importantes em termos econômicos, ligando a cidade de São Paulo à região de Campinas. O sistema Anhangüera-Bandeirantes, juntamente com outras rodovias, liga os maiores centros urbanos do interior de São Paulo ao porto de Santos e arredores, bem como outras importantes regiões do Estado de São Paulo. O sistema é um instrumento importante na economia e na integração dos municípios da região.

O sistema Anhanguera-Bandeirantes é composto de uma estrada com duas, três ou quatro faixas em cada sentido. O sistema possui dez praças de pedágio, dez bases de atendimento ao usuário, cinco estações de pesagem e um centro de controle operacional. Em atendimento ao contrato de concessão da AutoBAn, a CCR fornece veículos de patrulhamento à polícia rodoviária e arcamos com o combustível utilizado por tais veículos no sistema. O prazo da concessão é de 28 anos, até 30 de dezembro de 2026, por outorga do Estado de São Paulo, representado pelo então DER/SP, atual ARTESP.

RodoNorte

A concessão do sistema rodoviário RodoNorte foi outorgada em 1997, tendo sido responsável por 9,2% da receita operacional bruta em 2014. O sistema é o maior das seis concessões outorgadas no âmbito do Programa de Concessão de Rodovias do Estado do Paraná, em termos de extensão, investimentos necessários e arrecadação de pedágio. A rede cobre um trecho de 567,8 km de extensão.

O sistema RodoNorte é dividido em dois trechos principais. O primeiro liga Curitiba a Apucarana e conecta Curitiba ao centro agrícola e industrial do norte do Paraná, onde se encontram cidades importantes como Londrina e Maringá. Esse trecho serve como uma via natural de escoamento até o porto de Paranaguá. O segundo trecho, que liga Ponta Grossa a Jaguariaíva, segue a rota nordeste no sentido de São Paulo. O sistema RodoNorte é formado pela BR-376, entre Apucarana e São Luís do Purunã, passando por Ponta Grossa, pela BR-277, entre São Luis do Purunã e Curitiba, pela Rodovia PR-151, entre Jaguariaíva e Ponta Grossa, e pela BR-373, até a junção com a BR-376.

Do total desse sistema, 208 km, ou 43%, são rodovias com duas faixas em cada sentido e com acostamentos em ambos os lados. Do total, 279,5 km, ou 57%, são rodovias sem divisão central, com uma faixa em cada sentido e com acostamentos em ambos os lados. Há também vias de acesso adjacentes às vias expressas. De acordo com as exigências técnicas da concessão, a RodoNorte é responsável pela restauração e manutenção dessas vias de acesso. A extensão total das vias de acesso é de 80,28 quilômetros. Embora a RodoNorte seja responsável pela restauração, conservação e manutenção periódica dessas vias de acesso, ela não é obrigada a prestar outros tipos de serviço como aqueles que presta com relação às vias principais. As vias de acesso não são divididas, possuindo uma única faixa em cada sentido e acostamento em ambos os lados.

O sistema RodoNorte possui sete praças de pedágio, seis estações de pesagem, sete centros de assistência ao usuário e um centro de controle operacional. O prazo da concessão é de 24 anos, até novembro de 2021, de acordo com outorga do Estado do Paraná, representado pelo DER/PR.

ViaLagos

A concessão da Rodovia dos Lagos foi outorgada em 1996, tendo sido responsável por 1,5% da receita operacional bruta em 2014. A rodovia serve a Região dos Lagos, incluindo os municípios de Araruama, São Pedro da Aldeia, Cabo Frio, Búzios e Arraial do Cabo, sendo uma destinação de turistas locais e nacionais. A região recebe uma quantidade significativa de veranistas que utilizam as rodovias que compõem o sistema.

O sistema é composto por três rodovias: a RJ-124 - entre os km 0 (próximo do km 265 da BR-101-Rio Bonito) e 30 (Araruama); a nova rodovia paralela à RJ-106 - entre os km 0 (próximo ao km 30 da RJ-124) e 26 (próximo do km 105 da RJ-106), e RJ-106 - entre os km 105 e 109. O sistema tem 56 quilômetros de extensão. O sistema rodoviário não tem divisão, contando com duas faixas em cada sentido e acostamentos em ambos os lados.

O sistema tem uma praça de pedágio, dois centros de assistência ao usuário, e um centro de controle operacional. O prazo da concessão é até janeiro de 2037, de acordo com a outorga do Estado do Rio de Janeiro, representado pelo então DER/RJ, atualmente AGETRANSP.

ViaOeste

A ViaOeste S.A. iniciou a operação em 31 de abril de 1998. A ViaOeste foi responsável por 13,3% da receita operacional bruta em 2014.

Faz parte do contrato de concessão da ViaOeste: Rodovia Presidente Castello Branco (SP-280) do km 13,7 (Osasco) ao km 79,38 (Itu); Rodovia Raposo Tavares (SP-270) do km 34,0 (Cotia) ao km 115,5 (Araçoiaba da Serra) - exceto os perímetros urbanos localizados entre o km 58,5 ao km 63,0 e o km 87,2 ao km 89,3; Rodovia Senador José Ermírio de Moraes (SP-075) do km 0,0 ao km 15,0 e Rodovia Dr. Celso Charuri (SP 091/270) do km 0,0 ao km 6,20. É responsável pela ligação da capital com o oeste do Estado, tendo Barueri, Osasco, Itapevi, Sorocaba e São Roque como os principais municípios atendidos pela concessão.

O prazo original da concessão era de 20 anos, por outorga do Estado de São Paulo. Nesse sentido, a ViaOeste celebrou, no dia 20 de dezembro de 2006, um Termo Aditivo Modificativo representado pelo DER/SP. O referido aditivo reequilibrou as equações econômico-financeiras do Contrato de Concessão. Conforme previsto no Contrato de Concessão, a recomposição se deu por extensão de 57 meses no prazo da concessão, passando o término da concessão para dezembro de 2022.

Concessionária RodoAnel

A Concessionária RodoAnel é a empresa responsável pela administração dos 32 quilômetros do trecho oeste do Rodoanel Mário Covas, importante via que integra as Rodovias Raposo Tavares, Castello Branco, Anhangüera, Bandeirantes e Régis Bittencourt, por onde passam 240 mil veículos por dia. O contrato de concessão tem o prazo de 30 anos, sendo que a cobrança de pedágio iniciou-se em 17 de dezembro de 2008. O RodoAnel foi responsável por 3,1% da receita operacional bruta em 2014.

A Concessionária RodoAnel é formada pelas empresas CCR (98,9%) e Encalso Construções (1,1%). O Consórcio Integração Oeste, formado pelas duas empresas, venceu a licitação para operação do trecho em março de 2008, após apresentar a menor proposta para a tarifa de pedágio. O consórcio propôs R$ 1,1684, o que ficou abaixo dos valores apresentados pelos outros quatro concorrentes, representando um deságio de 61% em relação ao teto de R$ 3 estipulado pelo governo de São Paulo para a disputa.

O RodoAnel marca a retomada do Programa de Concessões de São Paulo e representa uma das principais soluções para o tráfego na Região Metropolitana de São Paulo. Com o pagamento da outorga de R$ 2 bilhões, o Estado teve os recursos suficientes para concluir a construção do trecho sul do RodoAnel, que é um importante eixo para o escoamento da produção agrícola e industrial da Região Norte e Oeste em direção ao Porto de Santos. A rodovia também é fundamental para a diminuição do número de caminhões nas Marginais Tietê e Pinheiros e na Avenida dos Bandeirantes.

Renovias

Em 2008, a CPC adquiriu 40% do capital da concessionária Renovias. As rodovias administradas atualmente pela empresa totalizam 345,6 quilômetros de extensão, ligando a cidade de Campinas até o sul de Minas Gerais. Com distribuição de 220,5 quilômetros de pistas duplas e 125,1 quilômetros de pistas simples, a malha viária faz interface com 15 municípios: Campinas, Jaguariúna, Santo Antônio de Posse, Mogi Mirim, Mogi Guaçu, Estiva Gerbi, Aguaí, Casa Branca, Mococa, Espírito Santo do Pinhal, São João da Boa Vista, Águas da Prata, Vargem Grande do Sul, Itobi e São José do Rio Pardo. A Renovias foi responsável por 2,2% da receita operacional bruta em 2014.

O contrato de concessão da Renovias foi assinado em abril de 1998 e o término previsto para suas operações é junho de 2022. Desde junho de 2008, o capital social da concessionária passou a ser detido nas seguintes proporções: 60% pela Encalso e 40% pelo Grupo CCR, por meio de sua controlada CPC.

SPVias

Em Outubro de 2010, a CPC adquiriu 100% do capital da concessionária SPVias. As rodovias administradas atualmente pela empresa totalizam 515,0 quilômetros de extensão, interligando as regiões de Sorocaba, Tatuí, Avaré e Itapeva. A malha viária da rodovia faz interface com aproximadamente 12 municípios na região sudoeste do estado de São Paulo, dentre eles importantes centros como Sorocaba e Avaré. O contrato de concessão da SPVias foi assinado em fevereiro de 2002 e o término previsto para suas operações é setembro de 2027. A SPVias foi responsável por 8,0% da receita operacional bruta em 2014.

ViaQuatro

A Concessionária da Linha 4 do Metrô de São Paulo S.A., empresa na qual a CCR detém participação acionária de 60% do capital social juntamente com Montgomery Participações S.A. e Mitsui & Co. Ltd., detentoras respectivamente de 30% e 10% do capital social, detêm a Concessão Patrocinada com o governo do Estado de São Paulo, para a exploração dos serviços de transporte de passageiros da Linha 4 - Amarela do Metrô de São Paulo.

A concessão tem prazo de 30 anos para a operação dos serviços de transporte de passageiros da Linha 4 - Amarela, em toda sua extensão (12,8 km de via), estações Butantã, Pinheiros, Faria Lima, Paulista, República e Luz (fase I), Fradique Coutinho, Oscar Freire e Higienópolis, pátio de manutenção Vila Sônia (fase II). A operação da linha será complementada, de Vila Sônia até Taboão da Serra, utilizando-se ônibus, sem cobrança adicional de tarifa. A concessionária é responsável pela operação e manutenção, além do fornecimento dos trens, equipamentos e sistemas de sinalização e controle. A ViaQuatro foi responsável por 3,2% da receita operacional bruta em 2014.

ViaRio

Em abril de 2012, a CCR assinou o contrato de concessão da ViaRio, pelo prazo de 35 anos. O Consórcio Rio Olímpico é formado pela CCR (33,33%), Investimentos e Participações em Infraestrutura S.A. - Invepar (33,34%) e Odebrecht TransPort Participações S.A. (33,33%). A construção da ViaRio faz parte do pacote de investimentos para a Olimpíada de 2016 que será realizada no Rio de Janeiroe a via expressa tem extensão de 13 (treze) quilômetros, ligando o bairro de Deodoro à Barra da Tijuca.

MSVia

Em 20 de dezembro de 2013, a proposta apresentada pela Companhia de Participações em Concessões, sociedade controlada pela CCR S.A., foi declarada vencedora na concessão para a recuperação, operação, manutenção, conservação, implantação de melhorias e ampliação de capacidade de trecho da BR-163/MS, em Mato Grosso do Sul. A Concessão terá um prazo de 30 (trinta) anos. A concessão do Sistema Rodoviário da BR 163/MS, numa extensão de 847,2 km, integra a 3ª etapa das concessões de rodovias federais. O trecho, que abrange as divisas do Mato Grosso e do Paraná, representa um total de 19 municípios pertencentes ao Estado do Mato Grosso do Sul.

Barcas

Em abril de 2012, a CPC adquiriu 80,00% (oitenta por cento) do capital social da Barcas. A Barcas é uma concessionária de serviço público estadual que detém, até 2023 (renováveis por mais 25 anos), a concessão do direito de exploração das linhas regulares de transporte aquaviário de passageiros. Os investimentos priorizarão a recuperação da frota, aquisição de novas embarcações e reforma das estações. A Barcas foi responsável por 2,2% da receita operacional bruta em 2014.

Aeroporto Internacional de Quito

Em maio de 2012, a CPC adquiriu aproximadamente 45,49% do capital do Aeroporto Internacional de Quito (NAIQ), no Equador. Em 10 de dezembro de 2015 foi concluído financeiramente o Contrato de Compra e Venda de Ações e Outras Avenças para aquisição de: (i) 4,5% do capital social da Quiport Holdings; (ii) 3,375% dos créditos oriundos da dívida subordinada da Corporación Quiport; e (iii) 50% do capital social da ADC&HAS Management Ltd. Com a conclusão a CCR passa a deter, indiretamente, 50% do Aeroporto Internacional de Quito. O Aeroporto Internacional de Quito está localizado em uma zona franca com isenção de imposto de renda até 2025. Sua concessão é por um período de 30 anos, terminando em janeiro de 2041. O Aeroporto Internacional de Quito foi responsável por 2,4% da receita operacional bruta em 2014.

Aeroporto Internacional de San José

Em setembro de 2012, a CPC e a CCR España adquiriu 48,75% do capital da concessionária detentora da concessão para operar e administrar o Aeroporto Internacional de San Jose, na Costa Rica. O Aeroporto Internacional de San José (AISJ) está localizado na província de Alajuela, aproximadamente a 20 km do centro de San José. O AISJ atende 3,5 milhões de passageiros por ano e realiza 32,4 mil ATMs por ano. A concessão tem prazo de 25 anos, até maio 2026. O Aeroporto Internacional de San José foi responsável por 0,8% da receita operacional bruta em 2014.

Aeroporto Internacional de Curaçao

Em outubro de 2012, a CCR España adquiriu 40,8% do capital da concessionária detentora da concessão para operar e administrar o Aeroporto Internacional de Curaçao, em Curaçao. Em junho de 2013, a CCR España adquiriu mais 39% do Aeroporto Internacional de Curaçao, totalizando 79,8% das ações representativas do capital social da CAI. O Aeroporto Internacional de Curaçao (AIC) está localizado na costa Norte da ilha de Curaçao, aproximadamente a 15 km do centro da capital Willemstad. O AIC atende 1,6 milhões de passageiros por ano e realiza 25,9 mil ATMs por ano. A atual concessão começou em 1 de agosto de 2003 com um prazo de 30 anos até agosto de 2033. O Aeroporto Internacional de Curaçao foi responsável por 1,3% da receita operacional bruta em 2014.

BH Airport

Em 24 de janeiro de 2014, a Diretoria da Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC declarou vencedora a proposta apresentada pelo Consórcio Aerobrasil, para ampliação, manutenção e exploração do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, nos Municípios de Confins/MG e de Lagoa Santa/MG. Em 07 de abril de 2014, a Concessionária do Aeroporto Internacional de Confins S.A., constituída pelas empresas: (i) Sociedade de Participação no Aeroporto Internacional de Confins S.A. (a qual por sua vez é composta pela CPC, com 75,00%, Zurich Airport International AG, com 24,00%, e Munich Airport International Beteiligungs GmbH, com 1,00%), detentora de 51,00% de ações representativas do capital social da Concessionária; e (ii) Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária - Infraero, detentora de 49,00% de ações representativas do capital social da Concessionária, assinou o Contrato de Concessão dos serviços descritos acima. A Concessão terá um prazo de 30 anos. O BH Airport foi responsável por 1,1% da receita operacional bruta em 2014.

TAS

Em novembro de 2015, a CCR USA adquiriu 70,0% do capital social da TAS, prestadora de serviços de gerenciamento e administração relacionados a atividades em aeroportos nos Estados Unidos da América. A CCR passa a deter, indiretamente por meio de sua controlada CCR USA, 70,0% do capital social da TAS, sendo os 30,00% (trinta por cento) remanescentes detidos pelo Sr. William John Evans, indiretamente por meio da Jack Holding, Inc.

VLT

Em junho de 2013, a Actua Assessoria S.A., controlada da CCR, assinou o contrato de concessão do VLT, pelo prazo de 25 anos a partir da data de emissão da Ordem de Início. Com a participação neste projeto, a CCR busca dar continuidade ao demonstrado interesse na exploração das oportunidades no Estado do Rio de Janeiro, bem como na promoção do seu desenvolvimento sustentável por meio da melhoria da infraestrutura de transporte.

A implantação do VLT faz parte da estratégia do governo do Estado do Rio de Janeiro de garantir a infraestrutura de transportes adequada para a realização dos Jogos Olímpicos de 2016, além de beneficiar toda a população que utiliza a rede de transporte público fluminense. O VLT será ligado ao metrô, trens metropolitanos, barcas, BRT’s, rede de ônibus convencionais e ao Aeroporto Santos Dumont, contribuindo para consolidação do conceito de rede de transporte integrada.

O consórcio VLT Carioca é formado pela CIIS S.A., controlada da CCR (24,88%), Investimentos e Participações em Infraestrutura S.A. - Invepar (24,88%) e Odebrecht TransPort S.A. (24,88%), RIOPAR Participações S.A. (24,88%), Benito Roggio Transporte S.A. (0,25%) e RATP do Brasil Operações, Participações e Prestações de Serviços para Transporte Ltda. (0,25%).

Metrô de Salvador

A Companhia do Metrô de Salvador, constituída integralmente pela CPC, empresa pertencente ao Grupo CCR, é responsável pela execução, em regime de Parceria Público Privada, na modalidade de concessão patrocinada, com implantação de obras civis e sistemas, fornecimento de material rodante, operação, manutenção e expansão, do Sistema Metroviário de Salvador e Lauro de Freitas. A Concessão terá um prazo de 30 anos, até outubro de 2043, com extensão total de 33,4 km, englobando 2 linhas e 19 estações.

Subsidiárias Operacionais

A Companhia detém, conforme participações detalhadas abaixo, subsidiárias operacionais, que prestam serviços correlatos e complementares aos prestados pelas concessionárias.

Parques

A CCR é titular de 85,92% do capital social da Parques. Os outros 14,08% são detidos por sócios do Estado do Paraná. A Parques tem como objeto social a prestação de serviços de controle, fiscalização e monitoramento de tráfego, bem como serviços médicos e mecânicos de emergência, cobrança de pedágio, pesagem de veículos e serviços de informação exclusivamente para a RodoNorte. A Parques presta os serviços nos termos do contrato de constituição do consórcio operador que foi celebrado com os outros acionistas da RodoNorte.

STP

O Grupo STP foi constituído em 21 de maio de 2003 sob a forma de sociedade anônima. Atualmente, a CCR detém 34,24% do capital social do STP. O STP detém 99,99% do capital social da CGMP e da SGMP.

Em 27 de novembro de 2000, foi celebrado um contrato de prestação de serviços com a CGMP e outras concessionárias de rodovias no Estado de São Paulo, sendo partes intervenientes desse contrato o Banco Itaú S.A. e a ABCR, para a implementação e gerenciamento do sistema de identificação automática de veículos para pagamento eletrônico de pedágio denominado "Sem Parar", cujo prazo de duração é de 6 (seis) anos. A CCR não realizou qualquer desembolso por esses serviços; a remuneração da CGMP advém da cobrança direta de nossos usuários.

A CGMP presta serviços de pagamento eletrônico de pedágios e estacionamentos em território nacional, enquanto a SGMP presta serviços de pagamento eletrônico para concessões dentro do Estado do Rio de Janeiro.

Em 7 de julho de 2003, a CCR outorgou, em conjunto com a Primav, uma opção de compra relativa a 14% do capital social do STP a um grupo de acionistas de empresas concessionárias de rodovias no Estado de São Paulo. A opção de compra foi exercida e deveria ter sido implementada até 29 de março de 2004. No entanto, as partes prorrogaram a referida data para até 30 de abril de 2004.

Com a alteração do Estatuto Social, a STP passou a prestar serviços de visa facilitar a vida dos usuários de rodovias e estacionamentos em shopping centers e aeroportos, expandindo a cobrança eletrônica de pedágios e garantindo maior fluidez às estradas em que atua, em âmbito nacional.

Pioneiro e líder na implementação do sistema de Identificação Automática de Veículos (IAV) no Brasil, a STP está presente em mais de 176 praças de pedágio no país, nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais e Santa Catarina.

Em 2013, o sistema "Sem Parar" atingiu 4.303 mil tag’s ativos. Os meios eletrônicos na arrecadação de pedágio na CCR apresentaram um crescimento de 14,1%, comparado com o ano anterior. A participação na arrecadação de pedágio atingiu 68,7%.

Em 3 de outubro de 2013 foi realizada a conclusão financeira do Contrato de Compra e Venda de Ações e Outras Avenças e a efetiva transferência de 10% das ações representativas do capital social da Serviços e Tecnologia de Pagamentos S.A. ("STP"), para a Sampras Participações Ltda., afiliada da Raízen Combustíveis S.A.. A CCR passou a deter 34,24% da participação societária da STP.

Companhia de Participações em Concessões (CPC)

Atua como braço estratégico da CCR, contribuindo com as premissas de crescimento qualificado e sustentado do Grupo CCR. Criada em 2008, tem por objetivo avaliar, em conjunto com a CCR, as oportunidades de novos negócios, atuando tanto no mercado primário, frente aos processos de licitação, quanto no mercado secundário, sendo responsável pela administração direta de eventuais novos negócios. O primeiro resultado de sua atuação aconteceu no ano de 2008, com a aquisição de 40% da participação acionária na concessionária Renovias, que administra 345,6 quilômetros de rodovias entre Campinas e o Sul de Minas. Em 2009, a CPC adquiriu 45% da Controlar, responsável pela inspeção ambiental veicular na cidade de São Paulo, abrindo uma nova frente de atuação no Grupo CCR. Tais conquistas demonstram o total comprometimento da CPC em promover o crescimento do Grupo CCR, buscando projetos alinhados ao negócio do Grupo, visando a promoção do desenvolvimento socioeconômico das regiões onde atua.

Considerando o crescimento do Grupo CCR nos últimos anos e a perspectiva da área de infraestrutura, foi realizado, em maio, um processo de reorganização societária. Com esse processo, a CPC incorporou a CCR Engelog, separando as áreas de engenharia e tecnologia da informação, criando respectivamente, a Divisão Engelog e a Divisão Engelogtec, ambas com autonomia de gestão e foco nos resultados das respectivas áreas de atuação.

A incorporação teve o objetivo de propiciar uma melhor gestão dos ativos do Grupo CCR, além de oferecer um importante diferencial competitivo no processo de análise e avaliação de novos negócios.

A CCR Engelog foi criada para ser o Centro de Engenharia para a coordenação da construção e desenvolvimento de soluções de engenharia, por meio de contratos turn-key e de gerenciamento de projetos das concessionárias do Grupo CCR, ampliando seu escopo no decorrer de sua existência a assuntos relacionados à tecnologia da informação. Sua criação contribuiu para o fortalecimento da imagem da CCR, ao assegurar a execução de obras com alto padrão de qualidade e eficiência, aliadas ao menor impacto possível na segurança, conforto e fluidez dos usuários. Desde o início de sua trajetória, a CCR Engelog já atuou na gestão e acompanhamento de importantes obras realizadas ao longo das rodovias sob administração das concessionárias do Grupo CCR nos Estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, o que demonstra a importância de sua atuação e o ganho de competitividade que o grupo tem ao contar com sua expertise.

Com a incorporação pela CPC, a CCR Engelog foi dividida em duas divisões, a Divisão Engelog, responsável especificamente a assuntos relacionados à área de engenharia, e a Divisão Engelogtec, responsável por assuntos relacionados à tecnologia da informação.

A CCR EngelogTec é uma Divisão da CPC, que tem uma atuação estratégica junto às unidades do Grupo CCR, tendo como premissa a prestação de serviços no âmbito da tecnologia, criando sinergia entre as concessionárias, difundindo e padronizando as melhores práticas de produtividade e eficiência. Sua contribuição é destacada como sinônimo de qualidade em projetos e obras de engenharia, agregando dinamismo, economia e um ganho de competitividade reconhecido pelo mercado junto à atuação das empresas do Grupo CCR.

Samm

A Samm é a empresa do Grupo CCR criada para prestar serviços de comunicação multimídia (SCM), com foco na transmissão de dados em alta velocidade nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná. Seu objetivo é fornecer infraestrutura de telecomunicações para suprir a demanda atual e futura do mercado. A criação da Samm está alinhada ao planejamento estratégico de crescimento qualificado do Grupo CCR.

Histórico

A principal motivação para o programa de concessão de rodovias foi a rápida deterioração das principais vias de ligação intraestaduais e interestaduais no início dos anos 90, e a falta de recursos públicos para restaurar e manter tais rodovias. O declínio da rede rodoviária brasileira ameaçou comprometer de forma direta o potencial de crescimento econômico do Brasil, uma vez que o país depende muito do sistema rodoviário para o transporte de cargas e de passageiros. O programa brasileiro de concessões de rodovias teve início em 1993, com o estabelecimento de regras gerais para os processos de licitação e contratação entre a administração pública e o setor privado. Nesse contexto, a CCR foi constituída em 23 de setembro de 1998, com o fim de administrar concessões de rodovias federais e estaduais. Os Acionistas Originais da CCR - Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa, Odebrecht, SVE e Serveng - pertencem a alguns dos maiores grupos empresariais brasileiros. Anteriormente à sua constituição, eles eram acionistas diretos das atuais concessionárias do Grupo CCR em diferentes proporções e estruturas.

Em 28 de dezembro de 1999, as ações foram integralmente subscritas pelos Acionistas Originais (exceto Brisa) e integralizadas mediante conferência da totalidade da participação por eles detida no capital das concessionárias. A CCR passou, assim, a deter participação direta nas concessionárias e a ser controlado por tais acionistas. Em janeiro de 2001, a Brisa adquiriu 710.975 ações ordinárias e 718.702 ações preferenciais dos acionistas originais, o que representava 20% de nosso capital social total. A Brisa era um sócio estratégico que opera um sistema de 11 concessionárias em Portugal através de contratos de concessão assinados com o governo federal local. A CCR havia recebido o registro de companhia aberta da CVM em 19 de dezembro de 2000. Em 20 de novembro de 2001, tornou-se a primeira empresa a aderir ao Novo Mercado, segmento de governança corporativa da BOVESPA. Suas ações começaram a ser negociadas na BOVESPA em 1 de fevereiro de 2002.Em 15 de dezembro de 2003, foi concluída a alienação da totalidade da participação detida pela Odebrecht no capital da CCR à Camargo Corrêa, AG Concessões, Serveng e Brisa, as quais exerceram seus direitos de preferência estabelecidos no acordo de acionistas.

Após essa operação, a posição acionária dos controladores era:

Acionista Percentual do Capital
Andrade Gutierrez 19,08%
Brisa 19,99%
Camargo Corrêa 19,99%
Serveng-Civilsan 19,99%

Em dezembro de 2003, a SVE foi submetida a uma série de operações societárias, das quais resultaram, dentre outras, na transferência da participação por ela detida no capital social da CCR aos seus acionistas. Em 16 de dezembro de 2003, esses acionistas da SVE firmaram um contrato com a Ativia, AGC Participações, Serveng, Brisa e outros para regular a alienação da totalidade das ações de emissão da CCR até então detidas pelos acionistas da SVE. Com a conclusão da venda em 18 de março de 2004, os acionistas controladores possuíam a seguinte participação na CCR:

Acionista Percentual do Capital
Andrade Gutierrez 20,69%
Brisa 21,27%
Camargo Corrêa 21,27%
Serveng-Civilsan 21,27%

Finalmente, em 14 de maio de 2004, a CCR concluiu a sua segunda oferta pública de ações, aumentando o número de ações da Companhia em quase 20%. Após essa operação, a Companhia possuía a seguinte estrutura acionária:

Acionista Ações Ordinárias %
Andrade Gutierrez 17.525.624 17,39%
Brisa 18.015.074 17,88%
Camargo Corrêa 18.015.075 17,88%
Serveng 18.015.076 17,88%
Outros 29.204.601 28,98%
Total: 100.775.450 100,00%

Em 1 de fevereiro de 2006, foi aprovado o desdobramento das ações existentes, passando cada ação ordinária a corresponder a 4 ações ordinárias, sendo que o capital social da Companhia passou a ser representado por 403.101.800 ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal. Em conseqüência do desdobramento de ações, ocorreu o aumento do limite do capital autorizado da Companhia, que passou a ser de 480.000.000 de ações ordinárias. A tabela abaixo mostra a estrutura acionária da empresa após o desdobramento:

Acionista Ações Ordinárias %
Andrade Gutierrez 72.161.188 17,90%
Brisa 72.160.296 17,90%
Camargo Corrêa 72.160.300 17,90%
Serveng 72.160.304 17,90%
Novo Mercado 114.459.712 28,39%
Total: 403.101.800 100,00%

Nessa mesma data, também foi aprovada a alteração do artigo 3° do Estatuto Social da CCR, que descreve o objeto social da companhia, com a finalidade de ampliar a área de atuação da companhia em atividades relacionadas ao Setor de Infra-Estrutura de Transportes. nos seguintes termos: "a exploração no Brasil e/ou no exterior, direta ou indiretamente, e/ou através de consórcios, de negócios de concessões de obras e serviços públicos, especificamente a prestação de serviços de operação de estradas de rodagem, vias urbanas, pontes, túneis e infra-estruturas metroviárias". No dia 9 de agosto de 2006, o Consórcio METROQUATRO, formado pelas empresas CCR, Montgomery Participações S.A., RATP Développement S.A. e Benito Roggio Transporte S.A., apresentou uma proposta para a concessão patrocinada para exploração dos serviços de transporte de passageiros da Linha 4 - Amarela do Metrô de São Paulo, abrangendo o trecho de Luz até Taboão da Serra. Dentre as propostas apresentadas, a proposta do CONSÓRCIO foi a que obteve a melhor classificação.Em 29 de novembro de 2006, a Concessionária da Linha 4 do Metrô de São Paulo S.A., celebrou o Contrato de Concessão Patrocinada com o Governo do Estado de São Paulo, para a exploração dos serviços de transporte de passageiros da Linha 4 do Metrô, abrangendo o trecho da Luz até Taboão da Serra. Em fevereiro de 2007, a Mitsui Co. Ltd. passou a fazer parte do capital social da Concessionária.No dia 20 de dezembro de 2006, as concessionárias AutoBAn e ViaOeste celebraram os Termos Aditivos Modificativos 16 e 12 ("TAM") aos respectivos Contratos de Concessão Rodoviária 005/CIC/1998 e 008/CIC/1997. Os Referidos TAM têm por objeto reequilibrar as equações econômico-financeiras dos Contratos de Concessão que sofreram os impactos decorrentes de diversas alterações tributárias e readequações dos cronogramas de investimentos. Conforme previsão dos Contratos de Concessão, a recomposição se deu por extensão dos prazos das concessões de 104 meses na AutoBAn e de 57 meses na ViaOeste.No dia 29 de agosto de 2007, o consórcio formado pela CCR (10%) e a Brisa - Autoestradas de Portugal S.A. (90%) assinou o contrato de concessão da Northwest Parkway. O consórcio pagou US$543 milhões pelo direito de explorar a concessão durante um prazo de 99 anos e o Contrato deverá ser assinado no próximo dia 31 de agosto de 2007. A rodovia faz parte do Anel Viário da região de Denver. A extensão atual da Northwest Parkway é de 14 km (8,9 milhas) e deverá ser estendia em mais 4 km (2,3 milhas) até 2020 quando o restante do anel de Denver também estiver concluído. A rodovia tem duas pistas em cada sentido e conta com três praças de pedágio, uma na pista principal e duas nos acessos.

Em 31 de outubro de 2007, a CCR inaugurou, em parceria com a Fundação Dom Cabral, o Núcleo CCR de Infra-estrutura e Logística, que tem por objetivo ser um espaço dinâmico de geração do conhecimento, contribuindo para as discussões sobre os modelos de concessão, o papel da iniciativa privada no transporte brasileiro, o aprofundamento das questões relativas a parcerias público-privadas e outros temas relacionados ao setor. Em 1 de dezembro de 2007, a CCR integrou pelo terceiro ano consecutivo o ISE - Índice de Sustentabilidade Empresarial da Bovespa. A CCR, em 2012, voltou a integrar o ISE. As ações integrantes do ISE são selecionadas entre as mais negociadas na BOVESPA em termos de liquidez e ponderadas na carteira de acordo com seus valores de mercado.

Em 29 de janeiro de 2008, a CPC assinou um Compromisso de Compra e Venda, para aquisição de 40% do capital social da Concessionária Renovias S/A. O investimento da CPC, sujeito às condições precedentes e aos ajustes previstos no referido Compromisso foi de R$ 265.000.000,00. O sistema Renovias é composto por cinco rodovias, numa extensão de 345,6 quilômetros e faz interface com 15 municípios do estado de São Paulo.

Em 11 de março de 2008 a CCR, com uma participação de 95%, e a Encalso com 5%, obtiveram a melhor classificação dentre as propostas de menor tarifa de pedágio apresentadas no processo licitatório da Concessão Onerosa do Rodoanel Mário Covas - Trecho Oeste. O leilão foi promovido pela ARTESP, sendo o seu critério de julgamento o menor valor de tarifa de pedágio. A tarifa apresentada foi de R$ 1,1684. A concessão tem um prazo de 30 anos e a CCR se tornou responsável pela execução dos serviços de recuperação, manutenção, monitoração, conservação, operação, ampliação, melhorias e exploração do trecho Oeste do Rodoanel.

Em 09 de fevereiro de 2009, a CPC celebrou, junto com a CCR e com a Brisa Participações e Empreendimentos Ltda., um Contrato de Compra e Venda, com a empresa CS Participações Ltda., seus acionistas e respectiva controlada BR Inspeções S.A. para a aquisição de 45% do capital social da Controlar S.A.

Em 04 de maio de 2009, foi anunciado o Contrato de Compra e Venda de Ações com a Brisa, para a venda da totalidade da participação da CCR (10% - dez por cento) na empresa Northwest Parkway, LLC, no valor de US$29.143.473,00. Em conseqüência ao Contrato de Compra e Venda supra, a Brisa passará a deter 100% da participação acionária da Northwest Parkway, LLC.

Em 21 de outubro de 2009, o Conselho de Administração aprovou o aumento de capital no montante de R$ 1.098,9 milhões, mediante a emissão de 33.300.000 ações ordinárias, ao preço de R$ 33,00 por ação, a liquidação financeira ocorreu em 27 de outubro de 2009. Assim a companhia passou a apresentar a seguinte composição acionária:

Acionista Ações Ordinárias %
Andrade Gutierrez 71.411.188 16,2%
Brisa 72.160.300 16,3%
Camargo Corrêa 72.160.796 16,3%
Soares Penido Concessões 57.241.819 13,0%
Novo Mercado 168.422.697 38,2%
Total: 441.396.800 100,0%

Em Outubro de 2010, com a saída da Brisa do grupo de controle da CCR, a composição acionária ficou da seguinte maneira:

Acionista Ações Ordinárias %
Andrade Gutierrez 70.202.496 15,90%
Aguilha 26.471.000 6,00%
Camargo Corrêa 72.160.796 16,35%
Soares Penido Concessões 57.241.819 12,97%
Novo Mercado 215.320.689 48,78%
Total: 441.396.800 100,00%

Em novembro de 2011, após o desdobramento das ações, a composição acionária ficou da seguinte maneira:

Acionista Ações Ordinárias %
Andrade Gutierrez 300.149.836 17,00%
Camargo Corrêa 300.149.832 17,00%
Soares Penido Concessões 304.004.776 17,22%
Novo Mercado 861.282.756 48,78%
Total: 1.765.587.200 100,00%

Em dezembro de 2011, a concessionária ViaLagos celebrou o 8° Termo Aditivo Modificativo (TAM) ao Contrato de Concessão Rodoviária. O referido TAM tem por objeto reequilibrar a equação econômico-financeira do Contrato de Concessão, em decorrência de acréscimos às obrigações de investimentos da Concessionária, incluída a implantação de dispositivos de segurança para separação das pistas da rodovia, o alargamento da plataforma da via, pavimentação dos acostamentos, dentre outros; e redução dos valores atuais das tarifas de pedágio, que passaram a vigorar a partir de 13 de janeiro de 2012. Conforme previsto no Contrato de Concessão, a recomposição foi realizada mediante extensão por 15 anos do prazo da concessão.

No dia 16 de Janeiro de 2012, foi aprovada a inclusão no artigo 5 do Estatuto Social da CCR, que descreve o objeto social da companhia, com a finalidade de ampliar a área de atuação da companhia em atividades relacionadas ao Setor de Infra-Estrutura Aeroportuária, nos seguintes termos: "a exploração no Brasil e/ou no exterior, direta ou indiretamente, e/ou através de consórcios, de negócios de concessões de obras e serviços públicos, especificamente a prestação de serviços de operação de estradas de rodagem, vias urbanas, pontes, túneis e infra-estruturas metroviárias e aeroportuárias".

Em 26 de abril de 2012 a CCR assinou o contrato de concessão para a outorga dos serviços de implantação, operação, manutenção, monitoração, conservação e realização de melhorias da Ligação ViaRio, pelo prazo de 35 anos. A construção da ViaRio faz parte do pacote de investimentos para a Olimpíada de 2016 que será realizada no Rio de Janeiro e a via expressa tem extensão de 13 (treze) quilômetros, ligando o bairro de Deodoro à Barra da Tijuca. O Consórcio Rio Olímpico é formado pela CCR (33,33%), Investimentos e Participações em Infraestrutura S.A. - Invepar (33,34%) e Odebrecht TransPort Participações S.A. (33,33%).

A CCR concluiu financeiramente, no dia 25 de maio de 2012, o Instrumento Particular de Compra e Venda de Ações e outras Avenças, celebrado entre sua controlada CPC e Andrade Gutierrez Concessões S.A., referente ao Aeroporto Internacional de Quito, no Equador. A CCR passou a ser detentora de aproximadamente 45,49% do capital social do referido aeroporto.

Em 2 de julho de 2012, a CCR concluiu as etapas previstas no Contrato de Compra e Venda de Ações e outras Avenças, passando a CPC a deter 80,00% das ações representativas do capital social da Barcas. A concessão das Barcas garante a CCR o direito de exploração das linhas regulares de transporte aquaviário de passageiros, no Estado do Rio de Janeiro, sendo esta a quinta maior empresa do mundo neste setor.

No dia 10 de setembro de 2012, a CCR concluiu financeiramente os Instrumentos Particulares de Compra e Venda de Ações e outras Avenças, celebrados em 2 de abril de 2012, entre suas controladas CPC e CCR España com a Andrade Gutierrez Concessões S.A., referente ao Aeroporto Internacional de San Jose, na Costa Rica. A CCR passou a ser detentora de 48,75% do capital social da concessionária do AISJ.

No dia 22 de outubro de 2012, a CCR concluiu financeiramente o Instrumento Particular de Compra e Venda de Ações e outras Avenças, celebrados em 18 de julho de 2012, entre sua controlada CCR España com Camargo Corrêa Investimentos em Infraestrutura S.A., referente ao Aeroporto Internacional de Curaçao, em Curaçao. A CCR passou a deter 40,8% do capital social do AIC.

Em 12 de junho de 2013, a CCR aumentou a participação no Aeroporto Internacional de Curaçao, em Curaçao. Por meio da CCR España, foi concluído financeiramente o Contrato de Compra e Venda de Ações da Janssen de Jong Caribbean Airport Constructors N.V. O objeto do Contrato foi a aquisição de 39,00% do capital social da Curaçao Airport Investments N.V. ("CAI"), detentora de 100% do capital da Curaçao Airport Partners N.V. ("CAP"), a qual é concessionária do HATO International Airport (aeroporto internacional de Curaçao) e de 100% do capital da Curaçao Airport Real Estate Enterprises N.V. ("CARE"), sociedade holding. Com a conclusão da aquisição, a CCR ESPAÑA passa a deter, diretamente e indiretamente, 79,80% das ações representativas do capital social da CAI.

Em 14 de junho de 2013, a CCR, por meio da CCR España, assinou o Contrato de Concessão, em regime de parceria público-privada, na modalidade de concessão patrocinada, dos serviços, fornecimentos e obras de implantação, operação e manutenção de sistema de transporte de passageiros através de Veículo Leve sobre Trilhos ("VLT"), na região portuária e central do Rio de Janeiro. A Concessão tem um prazo de 25 (vinte e cinco) anos. O consórcio VLT Carioca é formado pela CIIS S.A., controlada da CCR (24,88%), Investimentos e Participações em Infraestrutura S.A. - Invepar (24,88%) e Odebrecht TransPort S.A. (24,88%), RIOPAR Participações S.A. (24,88%), Benito Roggio Transporte S.A. (0,25%) e RATP do Brasil Operações, Participações e Prestações de Serviços para Transporte Ltda. (0,25%).

Em 23 de agosto de 2013, a Comissão Especial de Licitação objeto do Edital n° 01/2013, promovida pelo Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Urbano - SEDUR, declarou vencedora, em referida data, a proposta apresentada pela Companhia de Participações em Concessões, controlada da CCR S.A., para a execução do Sistema Metroviário de Salvador e Lauro de Freitas, em regime de parceria público privada e na modalidade de concessão patrocinada, com a implantação de obras civis e sistemas, fornecimento de material rodante, operação, manutenção e expansão.

Em 3 de outubro de 2012 foi realizada a conclusão financeira do Contrato de Compra e Venda de Ações e Outras Avenças e a efetiva transferência de 10% das ações representativas do capital social da Serviços e Tecnologia de Pagamentos S.A. ("STP"), para a Sampras Participações Ltda., afiliada da Raízen Combustíveis S.A.. A CCR passou a deter 34,24% da participação societária da STP.

Em 15 de outubro de 2013, a Companhia do Metrô de Salvador, constituída integralmente pela CPC, assinou o Contrato de Concessão. A Concessão terá um prazo de 30 (trinta) anos, que se iniciou a partir da data da assinatura do respectivo Contrato.

Em 20 de dezembro de 2013, a proposta apresentada pela Companhia de Participações em Concessões, sociedade controlada pela CCR S.A., foi declarada vencedora na concessão para a recuperação, operação, manutenção, conservação, implantação de melhorias e ampliação de capacidade de trecho da BR-163/MS, em Mato Grosso do Sul. A Concessão terá um prazo de 30 (trinta) anos. A concessão do Sistema Rodoviário da BR 163/MS, numa extensão de 847,2 km, integra a 3ª etapa das concessões de rodovias federais. O trecho, que abrange as divisas do Mato Grosso e do Paraná, representa um total de 19 municípios pertencentes ao Estado do Mato Grosso do Sul. O contrato da MSVia foi assinado em 12 de março de 2014.

Em 24 de janeiro de 2014, a Diretoria da Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC declarou vencedora a proposta apresentada pelo Consórcio Aerobrasil, para ampliação, manutenção e exploração do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, nos Municípios de Confins/MG e de Lagoa Santa/MG. Em 07 de abril de 2014, a Concessionária do Aeroporto Internacional de Confins S.A., constituída pelas empresas: (i) Sociedade de Participação no Aeroporto Internacional de Confins S.A. (a qual por sua vez é composta pela CPC, com 75,00%, Zurich Airport International AG, com 24,00%, e Munich Airport International Beteiligungs GmbH, com 1,00%), detentora de 51,00% de ações representativas do capital social da Concessionária; e (ii) Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária - Infraero, detentora de 49,00% de ações representativas do capital social da Concessionária, assinou o Contrato de Concessão dos serviços descritos acima. A Concessão terá um prazo de 30 anos.

Em 31 de janeiro de 2014, a CCR comunicou aos seus acionistas e ao mercado em geral que, conforme comunicado divulgado à imprensa por sua controlada Controlar S.A. ("CONTROLAR"), a mesma encerrou suas atividades relativas ao Programa de Inspeção Ambiental Veicular na cidade de São Paulo a partir de 1° de fevereiro de 2014. A Companhia reitera a declaração da CONTROLAR, de que referida empresa continuará buscando na Justiça o reconhecimento de seus direitos, afetados pela decisão do Poder Concedente.

A partir de 31 de maio de 2015, a CCR encerrou a operação e administração da Ponte Rio-Niterói por meio da CCR Ponte.

Em 10 de setembro de 2015, a CCR firmou o Terceiro Termo Aditivo ao Acordo de Acionistas da Concessionária do RodoAnel Oeste S.A., refletindo a alteração da composição acionária vigente, na qual a CCR passa a deter 98,8554% das ações e a Encalso 1,1445% das ações da Companhia.

Em maio de 2012, a CPC adquiriu aproximadamente 45,49% do capital do Aeroporto Internacional de Quito (NAIQ), no Equador. Em 10 de dezembro de 2015 foi concluído financeiramente o Contrato de Compra e Venda de Ações e Outras Avenças para aquisição de: (i) 4,5% do capital social da Quiport Holdings; (ii) 3,375% dos créditos oriundos da dívida subordinada da Corporación Quiport; e (iii) 50% do capital social da ADC&HAS Management Ltd. Com a conclusão a CCR passa a deter, indiretamente, 50% do Aeroporto Internacional de Quito.

Em 13 de novembro de 2015, a CCR USA adquiriu 70,0% do capital social da TAS, prestadora de serviços de gerenciamento e administração relacionados a atividades em aeroportos nos Estados Unidos da América. A CCR passa a deter, indiretamente por meio de sua controlada CCR USA, 70,0% do capital social da TAS, sendo os 30,00% (trinta por cento) remanescentes detidos pelo Sr. William John Evans, indiretamente por meio da Jack Holding, Inc.


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