A CCR ViaCosteira é a responsável, ao longo dos 30 anos de concessão pela exploração da infraestrutura e da prestação do serviço público de recuperação, operação, manutenção, monitoração, conservação, implantação de melhorias, ampliação de capacidade e manutenção do nível de serviço do Sistema Rodoviário da Rodovia BR-101/SC, entre Paulo Lopes (km 244+680) e a divisa dos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul (km 465+100).

A Companhia iniciou em agosto de 2020 os trabalhos neste ativo, que teve seu contrato de concessão assinado em julho do mesmo ano.

A CCR ViaSul é a responsável, ao longo dos 30 anos de concessão, pela operação, manutenção e conservação de 473,4 quilômetros de quatro trechos rodoviários importantes para o desenvolvimento econômico e social do Rio Grande do Sul: as BR´s 101, 290 (Freeway), 386 e 448, além da operação do vão móvel da ponte do Guaíba (BR 290) e Túnel Morro Alto (BR 101).

A ViaSul foi responsável por 1,5% da receita operacional bruta em 2019.

A ViaMobilidade é a concessionária responsável pela operação e manutenção da Linha-5 de metrô e da linha 17-Ouro de monotrilho de São Paulo. A concessão, que tem validade de 20 anos. Ao todo, o projeto prevê 25 estações, sendo 17 na linha 5-Lilás e 8 na linha 17-Ouro do monotrilho, totalizando 27,8 quilômetros de trilhos. A ViaMobilidade foi responsável por 3,6% da receita operacional bruta em 2019.

A Companhia do Metrô Bahia, constituída integralmente pela CPC, empresa pertencente ao Grupo CCR, é responsável pela execução, em regime de Parceria Público Privada, na modalidade de concessão patrocinada, com implantação de obras civis e sistemas, fornecimento de material rodante, operação, manutenção e expansão, do Sistema Metroviário de Salvador e Lauro de Freitas. A Concessão terá um prazo de 30 anos, até outubro de 2043, com extensão total de 41 km, englobando 2 linhas e 23 estações. O Metrô Bahia foi responsável por 6,3% da receita operacional bruta em 2019.

Em junho de 2013, a Actua Assessoria S.A., controlada da CCR, assinou o contrato de concessão do VLT, pelo prazo de 25 anos a partir da data de emissão da Ordem de Início. Com a participação neste projeto, a CCR busca dar continuidade ao demonstrado interesse na exploração das oportunidades no Estado do Rio de Janeiro, bem como na promoção do seu desenvolvimento sustentável por meio da melhoria da infraestrutura de transporte. O VLT foi responsável por 0,4% da receita operacional bruta em 2019.

A implantação do VLT faz parte da estratégia do governo do Estado do Rio de Janeiro de garantir a infraestrutura de transportes adequada para a realização dos Jogos Olímpicos de 2016, além de beneficiar toda a população que utiliza a rede de transporte público fluminense. O VLT será ligado ao metrô, trens metropolitanos, barcas, BRT’s, rede de ônibus convencionais e ao Aeroporto Santos Dumont, contribuindo para consolidação do conceito de rede de transporte integrada.

O consórcio VLT Carioca é formado pela CIIS S.A., controlada da CCR (50,31%), Investimentos e Participações em Infraestrutura S.A. – Invepar (21,58%) e Odebrecht TransPort S.A. (13,47%), RIOPAR Participações S.A. (14,40%), Benito Roggio Transporte S.A. (0,22%) e RATP do Brasil Operações, Participações e Prestações de Serviços para Transporte Ltda. (0,02%).

Em novembro de 2015, a CCR USA adquiriu 70,0% do capital social da TAS, prestadora de serviços de gerenciamento e administração relacionados a atividades em aeroportos nos Estados Unidos da América. A CCR passa a deter, indiretamente por meio de sua controlada CCR USA, 70,0% do capital social da TAS, sendo os 30,00% (trinta por cento) remanescentes detidos pelo Sr. William John Evans, indiretamente por meio da Jack Holding, Inc. A TAS foi responsável por 3,5% da receita operacional bruta em 2019.

Em 24 de janeiro de 2014, a Diretoria da Agência Nacional de Aviação Civil – ANAC declarou vencedora a proposta apresentada pelo Consórcio Aerobrasil, para ampliação, manutenção e exploração do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, nos Municípios de Confins/MG e de Lagoa Santa/MG. Em 07 de abril de 2014, a Concessionária do Aeroporto Internacional de Confins S.A., constituída pelas empresas: (i) Sociedade de Participação no Aeroporto Internacional de Confins S.A. (a qual por sua vez é composta pela CPC, com 75,00%, Zurich Airport International AG, com 24,00%, e Munich Airport International Beteiligungs GmbH, com 1,00%), detentora de 51,00% de ações representativas do capital social da Concessionária; e (ii) Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária – Infraero, detentora de 49,00% de ações representativas do capital social da Concessionária, assinou o Contrato de Concessão dos serviços descritos acima. A Concessão terá um prazo de 30 anos. O BH Airport foi responsável por 3,0% da receita operacional bruta em 2019.

Em outubro de 2012, a CCR España adquiriu 40,8% do capital da concessionária detentora da concessão para operar e administrar o Aeroporto Internacional de Curaçao, em Curaçao. Em junho de 2013, a CCR España adquiriu mais 39% do Aeroporto Internacional de Curaçao, totalizando 79,8% das ações representativas do capital social da CAI. O Aeroporto Internacional de Curaçao (AIC) está localizado na costa Norte da ilha de Curaçao, aproximadamente a 15 km do centro da capital Willemstad. O AIC atende 1,6 milhões de passageiros por ano e realiza 25,9 mil ATMs por ano. A atual concessão começou em 1 de agosto de 2003 com um prazo de 30 anos até agosto de 2033. O Aeroporto Internacional de Curaçao foi responsável por 1,5% da receita operacional bruta em 2019.

Em setembro de 2012, a CPC e a CCR España adquiriu 48,75% do capital da concessionária detentora da concessão para operar e administrar o Aeroporto Internacional Juan Santamaria, na Costa Rica. Em outubro de 2018, a CCR España adquiriu mais 48,40% do Aeroporto Internacional Juan Santamaria, a partir desta data, a CCR passa a deter, indiretamente, por meio de suas controladas, 97,15% de participação acionária. O Aeroporto Internacional Juan Santamaria está localizado na província de Alajuela, aproximadamente a 20 km do centro de San José. O Aeroporto Internacional Juan Santamaria atende 3,5 milhões de passageiros por ano e realiza 32,4 mil ATMs por ano. A concessão tem prazo de 25 anos, até maio 2026. O Aeroporto Internacional Juan Santamaria foi responsável por 2,4% da receita operacional bruta em 2019.

Em 10 de dezembro de 2015 foi concluído financeiramente o Contrato de Compra e Venda de Ações e Outras Avenças para aquisição de: (i) 4,5% do capital social da Quiport Holdings; (ii) 3,375% dos créditos oriundos da dívida subordinada da Corporación Quiport; e (iii) 50% do capital social da ADC&HAS Management Ltd. Com a conclusão a CCR passa a deter, indiretamente, 50% do Aeroporto Internacional de Quito. A partir de 2019 a CCR passou a deter indiretamente 46,5% das ações da Quiport. O Aeroporto Internacional de Quito está localizado em uma zona franca com isenção de imposto de renda até 2025. Sua concessão é por um período de 30 anos, terminando em janeiro de 2041. O Aeroporto Internacional de Quito foi responsável por 3,1% da receita operacional bruta em 2019.